Brasileira é estuprada e assassinada em Nova York

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Um pai angustiado foi o primeiro a encontrar o corpo da filha assassinada nas proximidades da praia Howard, em Queens (NY), onde ambos costumavam correr juntos, informaram as autoridades na quarta-feira (3). As informações são do jornal NY Post.

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“Ele está traumatizado”, disse um amigo da família de Philip Vetrano, de 60 anos, que descobriu o corpo de sua filha, Karina, de 30 anos, depois de ela ser atacada sexualmente e estrangulada quando corria sozinha. “Isso é demais para eles”.

Os policiais estão investigando se um morador de rua possa ter atingido a vítima na cabeça com um objeto enquanto ela corria e, então, a atacou quando estava inconsciente, especulam as autoridades.

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“Ela estava em perfeita forma física, portanto, nós achamos que poderia ter se defendido se não estivesse desacordada”, disse uma fonte ao NY Post.

Karina foi encontrada com o top e as calças de corrida arriadas, detalharam fontes junto às autoridades. Além disso, a polícia está interrogando todos os ex-namorados da vítima averiguar se algum deles teve envolvimento no caso.

A vítima, uma corredora ávida que percorria entre 3 a 5 milhas diariamente, saiu de casa para correr no Spring Creek Park aproximadamente às 5 horas da tarde. O pai de Karina, um antigo bombeiro cujos vizinhos informaram ter se aposentado em decorrência de um problema físico, não pôde correr com a filha no dia do incidente devido a um problema recente nas costas. Ele a alertou para não correr na área desolada e alagada, conhecida pela presença de moradores de rua e transviados.

“O pai dela pediu-lhe para não correr por aquele caminho”, disse o chefe do Departamento de Detetives do NYPD, Robert Boyce, na quarta-feira (3). “Se você é um corredor, certamente você corre todas as noites. Essa é a sua rotina, então, ela foi e pensou que tudo ficaria bem”.

Karina graduou-se na Universidade St. John’s e trabalhou no Vetro Restaurant & Wine Bar, na Cross Bay Boulevard, e foi filmada por câmeras de segurança correndo em frente à uma casa aproximadamente às 5:46 da tarde, além de enviar e receber mensagens de textos de um amigo. Às 7 horas da noite, os pais da vítima ficaram alarmados e seu pai ligou para o vizinho que é chefe do NYPD, que ligou para o número de emergência 911.

“Nós imediatamente começamos a vasculhar a área onde ela estaria”, detalhou Boyce.

Aproximadamente, às 9 horas da noite, policiais encontraram o aparelho celular de Vetrano em uma área alagada próximo a uma trilha. Cerca de 20 minutos depois, um helicóptero que sobrevoou a área iluminou um local repleto de plantas altas a 20 pés (6 metros) de distância da trilha e o pai da vítima correu em direção a ele. Ele encontrou a filha caída próxima à esquina da 165th Ave. e 78th St.

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Karina com seu pai Philip

“O pai nos acompanhou para nos ajudar e mostrar por onde ela normalmente corria”, detalhou Boyce. “O pai então entrou na vegetação e encontrou o corpo”.

A vítima estava sem um tênis e não tinha o headphone, que devem ter caído quando ela foi arrastada para a vegetação, segundo fontes.

“Ela foi estrangulada com tanta ferocidade pelo assassino que havia sinais óbvios de trauma em seu pescoço”, detalhou uma fonte ligada à polícia.

Os vizinhos que residem próximos à cena do crime relataram que a área é frequentada com frequência por moradores de rua. “Aquela área tem sido um problema há vários anos”, relatou um deles. “Eu já liguei ao 311 para reclamar”.

A morte prematura de Karina chocou amigos e entes queridos. Uma internauta no Facebook postou que Karina era “colega e amiga de adolescência do marido dela e do padrinho do seu filho”. O esposo e compadre da internauta nasceram e foram criados no Brasil.

Com Brazilian Voice / New York Post

Amadeu Maya

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