Manifestantes são retirados à força da Av. Paulista após 39 horas de protesto

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NOTÍCIA

Postado em 18 de março de 2016

G1

Dois carros blindados da Tropa de Choque da Polícia Militar chegaram à Avenida Paulista às 8h30 desta sexta-feira (18) para retirar cerca de 30 manifestantes contrários ao governo Dilma Rousseff e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que interditavam a via havia 39 horas. Policiais que fazem patrulhamento ostensivo na região deram apoio.

Às 9h, os carros da polícia avançaram com jato d’água e retiraram os manifestantes que estavam em frente ao prédio da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. O protesto começou às 18h15 desta quarta-feira (16), segundo a Polícia Militar. Os policiais também usaram cerca de cinco bombas de gás lacrimogêneo. No início da manhã, a PM informou que havia cerca de 150 manifestantes e dez barracas.

O G1 não viu nenhuma pessoa ferida e a Polícia Militar não tem registro de feridos. Ninguém ficou ferido. Os manifestantes ficaram molhados e um grupo seguiu protestando na calçada. “Só quem está molhado pode opinar”, disse manifestante sobre a permanência ou não do ato na calçada.

A negociação começou às 7h e a PM estipulou para saírem às 8h, segundo a assessoria de imprensa da corporação, que deveriam sair às 8h, mas a maioria se recusou. Nova negociação começou às 8h30 e determinou 15 minutos para saírem.

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Lideranças afirmaram que a maioria aceitou, mas alguns disseram que não iriam sair. O bloqueio de 39 horas provocou trânsito na região.

“A gente não quer, de forma alguma, entrar em conflito muito menos com manifestação petista muito menos com a PM, que tem sido muito coerente conosco. De acordo com a negociação feita com a PM e pelo bem estar de todos, eu concordo com a saída, porque todos temos direitos iguais nesse país, e eu retorno depois. A PM está agindo de forma muito coerente tanto com a nossa manifestação quanto com a manifestação petista. Ninguém quer entrar em conflito aqui”, disse Bruno Balestrero, ator e empresário, sem movimento, antes da liberação.

Neto Lira – Latino News Brasil

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