Festival internacional de graffiti trouxe cores ao Centro do Recife

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CULTURA

Publicado em 14 de abril de 2015

A relevância que a arte urbana conquistou na paisagem das cidades do mundo inteiro motivou a realização de eventos como o Recifusion, dedicado ao grafitti, hip hop e à cultura de rua. A iniciativa chegou à sétima edição com 64 artistas participantes, brasileiros e estrangeiros.
Nos dias 28 e 29 de março, os artistas ocuparam, os muros ao lado do antigo Colégio Nóbrega, na Rua Oliveira Lima, no bairro da Boa Vista. Uma maratona de ações de produção de grafitti, apresentações musicais e rodas de break movimentaram o local.
A participação crescente das mulheres no grafitti e na arte urbana também se tornaram o foco da última edição, cujo tema foi Conquistando espaços, fortalecendo o traço, em referência à busca de igualdade de gênero. Elas foram as ministrantes de todas as oficinas deste ano e, além das artistas brasileiras, houveram mais quatro estrangeiras: Shalak, do Canadá, Chun Li, da Argentina, Antisa, do Chile e BLN, do Equador.

Para selecionar os artistas, a produção fez uma convocatória para buscar trabalhos que se destacassem, e 44 dos nomes do evento foram selecionados dessa forma. “Os critérios foram de representatividade e qualidade, além de escolher, de preferência, quem ainda não fez parte do evento”, esclarece Léo Arém, diretor artístico do Recifusion. Na programação, estiveram participantes de 14 estados e sete países. De Pernambuco, foram dez grafiteiros.

A época de realização do festival também fez referência ao Dia Nacional do Grafitti, comemorado todo dia 27 de março. Ao longo da existência, o evento também foi realizado em vários locais diferentes, desde o Bairro da Boa Vista até a Várzea.

“Várias técnicas estão presentes no evento, não temos preconceito. Antes do Recifusion, o trabalho dos pernambucanos não circulava muito lá fora. Agora, mais artistas locais são chamados para mostrar seu talento em outros lugares. Nossa ideia também foi ‘quebrar o gelo’ e promover um contato mais direto entre artista e público, com troca de ideias e sem estrelismos”, defende Arém.

Edvaldo Trindade – Latino News Brasil

Imagem: Edvaldo Trindade - Latino News Brasil
Imagem: Edvaldo Trindade – Latino News Brasil
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