Inteligência artificial começa a chegar à segurança pública

Inteligência artificial começa a chegar à segurança pública

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Tocando de Primeira

A inteligência artificial pode parecer coisa de filme de ficção científica. Mas, em vez de robôs, o cérebro digital pode habitar uma série de tecnologias, até mesmo câmeras e celulares. Smartphones Android de Samsung, Motorola, LG e Apple já têm recursos de inteligência artificial, que auxiliam o usuário, por exemplo, na hora de capturar fotos. Agora, essa tendência tecnológica também está chegando à segurança pública, como parte de um software de análise de imagens de câmeras.

Um dos usos da inteligência artificial, uma tendência tecnológica que abrange muitos campos de aplicação, é para o reconhecimento de rostos. Isso pode levar as autoridades a encontrar pessoas procuradas por suspeita de crimes. Uma das primeiras iniciativas de grande porte foi realizada no Rio de Janeiro.

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Em um projeto-piloto realizado durante o carnaval, com infraestrutura montada pela Oi, 28 câmeras posicionadas em pontos estratégicos foram capazes de identificar pessoas no bairro de Copacabana, na zona sul da cidade. Com isso, foram efetuadas prisões de 8 pessoas com mandados de prisão ou apreensão e foi possível recuperar três veículos roubados. Após os resultados positivos, o projeto será expandido pela PM. Sistemas semelhantes também estão em funcionamento nas cidades de Salvador (Bahia) e Campinas (interior de SP).

Câmeras com inteligência artificial são capazes de identificar pessoas analisando detalhes de rostos, como distância entre os olhos, formato de boca, queixo e nariz, bem como a linha da mandíbula. A história da inteligência artificial na segurança pública deve ganhar um novo capítulo em breve em São Paulo.

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