Julho Amarelo – Prevenção e controle das hepatites virais

Julho Amarelo – Prevenção e controle das hepatites virais

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Tocando de Primeira

A hepatite, grave inflamação do fígado, acomete um número cada vez maior de brasileiros. Para conscientizar a população sobre esta enfermidade e evitar sua disseminação, neste mês acontece o “Julho Amarelo”. A doença, que pode ser causada por vírus, alguns remédios, álcool, drogas e doenças autoimunes, metabólicas e genéticas, infelizmente, é mais comum do que se imagina no Brasil.

As hepatites virais mais corriqueiras são as causadas pelos vírus A, B e C, mas existem ainda os vírus D e E, este último mais frequente na África e na Ásia.
Muitas pessoas são portadoras dos vírus B ou C e não sabem, correndo, assim, o risco de a doença se tornar mais grave, como cirrose ou até câncer. É por essa razão que consultar um médico com frequência é importante.

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De acordo com o Ministério da Saúde, três milhões de brasileiros estão infectados pela hepatite C, mas não sabem que têm o vírus. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que cerca de 3% da população mundial, seja portadora de hepatite C crônica.

A Câmara Municipal apoia a realização do “Julho Amarelo” para que mais pessoas possam se conscientizar sobre os perigos da doença. No inicio do ano a casa de Leis encaminhou ao Poder Executivo um projeto que instituía o Julho Amarelo, a ser realizado a cada ano, em todo o território municipal, no mês de Julho. O projeto foi sancionado, pelo então prefeito em exercício Celso Morais, virando a Lei municipal nº 2029.

Além de regularmente consultar um profissional e fazer os exames de rotina, o ideal é manter as vacinas para hepatite A e B em dia.

O Dia Mundial de combate às hepatites virais é comemorado em 28 de julho e promove uma maior conscientização, reduzindo, assim, o aumento no número de pessoas infectadas.

Medidas simples previnem a infecção

-Usar preservativos;
– Exigir materiais descartáveis e esterilizados em estúdios de tatuagem, salões com
manicures e pedicures;
– Não compartilhar agulhas e seringas;
– Manter exames de rotina em dia;
– Consultar um médico com frequência.

Fonte: Surgiu

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